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A Comissão de Finanças e Orçamento apontou falhas na gestão de 2023
A Câmara Municipal de Olímpia rejeitou, por 9 votos a 4, as contas do ex-prefeito Fernando Cunha referentes ao exercício de 2023, em votação realizada na sessão desta segunda-feira (4), após mais de duas horas de leitura do relatório em plenário.
A decisão foi tomada em votação nominal e atingiu o quórum necessário para definição do julgamento.

A leitura do relatório, conduzida em plenário, destacou um conjunto de apontamentos relacionados à condução administrativa ao longo de 2023.

Entre os principais pontos apresentados:

O relatório também apontou repetição de situações já registradas em exercícios anteriores.
Durante a discussão, o presidente da Comissão de Finanças e Orçamento, Luiz Antônio Moreira Salata, afirmou que a conclusão apresentada seguiu análise detalhada dos dados.

“As contas apresentam irregularidades estruturais e reiteradas, que persistiram mesmo diante de acompanhamento ao longo do exercício”, disse.
Ele também destacou que o volume de alterações no orçamento comprometeu o planejamento aprovado.
“O orçamento foi alterado em patamar superior a 50%. Isso descaracteriza o planejamento e impacta o controle do Legislativo”, afirmou.

Salata ainda citou pontos relacionados à gestão de pessoal e à execução de serviços públicos.
“Há registros de contratações temporárias para funções permanentes e falhas em áreas como educação, saúde e infraestrutura”, disse.
O resultado repetiu a divisão registrada no julgamento das contas de 2022.
Votaram contra a rejeição das contas os vereadores:
Os demais vereadores votaram favoravelmente ao projeto de decreto legislativo.
Durante a discussão, vereadores se manifestaram sobre o conteúdo do relatório e sobre o posicionamento de voto.

Luiz Gustavo Pimenta afirmou que acompanhou a orientação de sua bancada.
Outros parlamentares também registraram suas posições antes da votação nominal.

Com a aprovação do decreto legislativo, as contas do exercício de 2023 ficam rejeitadas pela Câmara.
A votação encerra a análise do Legislativo sobre o período e integra o processo de fiscalização das contas públicas municipais.
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