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Palestra apresentou como funcionam os novos PEVs, os totens para eletrônicos e a triagem do lixo
Servidores e vereadores da Câmara Municipal de Olímpia participaram nesta quinta-feira (14) de uma palestra sobre as mudanças no sistema de limpeza urbana e gestão de resíduos sólidos do município. O encontro detalhou como funcionam os novos Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), os coletores de lixo eletrônico e o processo de triagem e reciclagem do material recolhido na cidade.

A apresentação foi conduzida por Nayara Trevisan, engenheira ambiental da Constroeste (Grupo Faria), acompanhada pela bióloga Jardiellen Melo, auxiliar de Meio Ambiente. Também estiveram presentes os vereadores Sônia Guerra e Renato Barrera.


O município já conta com 40 PEVs distribuídos em praças, órgãos públicos, condomínios e outros pontos estratégicos. Os equipamentos recebem materiais recicláveis como papel, plástico, metal e vidro.

Segundo a equipe técnica, o objetivo é facilitar o descarte correto e aproximar a reciclagem do cotidiano da população. Caso algum ponto tenha baixa adesão, os equipamentos poderão ser remanejados para locais com maior demanda.

Dois desses PEVs foram instalados na própria Câmara Municipal.
Além dos PEVs, Olímpia terá 30 coletores específicos para lixo eletrônico de pequeno porte, destinados ao descarte de celulares, notebooks, brinquedos eletrônicos, pilhas, baterias e lâmpadas.

A coleta será feita periodicamente e poderá ser antecipada sempre que um equipamento atingir sua capacidade.
Os técnicos alertaram que o descarte inadequado compromete todo o material armazenado.
Nos PEVs, não devem ser depositados:
Esses itens devem ser encaminhados ao ecoponto municipal ou a locais específicos de recebimento.

O ecoponto seguirá recebendo materiais que não cabem nos PEVs, como móveis, eletrodomésticos, entulho de pequenas reformas e óleo de cozinha usado.
A estrutura funciona de forma permanente e continuará sendo uma alternativa para o descarte de resíduos volumosos.

Uma das principais mudanças do novo contrato é que o lixo domiciliar coletado em Olímpia deixa de seguir diretamente para o aterro.
Agora, o material passa por uma central de triagem em São José do Rio Preto, onde recicláveis são separados e a fração orgânica é transformada em composto.
Segundo a empresa, o processo já permite reduzir em cerca de 30% o volume de resíduos destinados ao aterro, índice exigido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos.

A Constroeste informou que intensificará ações de conscientização em escolas, repartições públicas e bairros.
Materiais impressos, vídeos, QR Codes e campanhas de divulgação serão utilizados para orientar a população sobre os pontos de coleta e o uso correto dos equipamentos.

A Prefeitura estuda a instalação de uma nova unidade de ecoponto na região do bairro São José, em local oposto ao já existente, para facilitar o acesso da população.
A previsão é que a estrutura esteja em funcionamento até o fim do ano.


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